Cerca de 20 horas após a derrota para o Grêmio e de cabeça mais fria, o técnico Levir Culpi voltou a ser questionado sobre a arbitragem da partida contra o time gaúcho, especialmente em relação ao lance em que Erazo, com o braço aberto, interceptou o chute de Leonardo Silva dentro da área (confira no vídeo abaixo). O técnico não se exaltou, mas garantiu que, matematicamente, o problema mexeu com a tabela do campeonato, o que não quer dizer que isso influencia também na atuação de seus jogadores.
- Difícil responder, mas, matematicamente, por exemplo, vamos considerar que o Corinthians levou seis pontos, eles poderiam ter menos três por causa desse problema nos últimos jogos. Nós podíamos até perder de 2 a 1, teríamos a chance de sair na frente com um pênalti. Por isso, matematicamente, dá uma mexida no campeonato. Mas, por falha dos árbitros, também somos beneficiados, por enquanto não aconteceu com a gente. Ontem (quinta) até quiseram achar um pênalti no Galhardo, eu daria vermelho para ele, uma ótima simulação, mas, hoje, todo mundo chegou à conclusão que foi simulação. Mas vamos ver o que vai acontecer pela frente.
- Difícil responder, mas, matematicamente, por exemplo, vamos considerar que o Corinthians levou seis pontos, eles poderiam ter menos três por causa desse problema nos últimos jogos. Nós podíamos até perder de 2 a 1, teríamos a chance de sair na frente com um pênalti. Por isso, matematicamente, dá uma mexida no campeonato. Mas, por falha dos árbitros, também somos beneficiados, por enquanto não aconteceu com a gente. Ontem (quinta) até quiseram achar um pênalti no Galhardo, eu daria vermelho para ele, uma ótima simulação, mas, hoje, todo mundo chegou à conclusão que foi simulação. Mas vamos ver o que vai acontecer pela frente.
Ainda segundo a arbitragem, a nova iniciativa da CBF, de escalar árbitros ou o trio de arbitragem do mesmo estado de uma das equipes envolvidas na partida, foi um verdadeiro tiro no pé. Para Levir, julgar apenas pela intenção já era complicado, agora ficou ainda mais difícil.
- Houve iniciativa da CBF de passar para os clubes a nova maneira, mas acontece que foi um tiro no pé. Por iniciativa da Fifa, jogaram um problema a mais para o futebol. Se considerássemos que a intenção é o que vale seria mais fácil tomar a decisão, e agora não. Se estiver com o braço quebrado e bater na mão é pênalti, expulso e vai para inferno, coisas que não consigo entender. Não vejo benefício, complicaram mais para o árbitro. Consideraram o braços em posição normal, o que seria isso? Os jogadores se mexem, plasticidade do jogo e, todo cruzamento, o lateral terá que colocar junto do corpo, situação que foi um tiro no pé, não é justo. Teria que se manter a questão da intenção, ou teve ou ela bateu na mão. Isso já dava um problemão e agora essa história. Vamos ter que nos adequar.
- Houve iniciativa da CBF de passar para os clubes a nova maneira, mas acontece que foi um tiro no pé. Por iniciativa da Fifa, jogaram um problema a mais para o futebol. Se considerássemos que a intenção é o que vale seria mais fácil tomar a decisão, e agora não. Se estiver com o braço quebrado e bater na mão é pênalti, expulso e vai para inferno, coisas que não consigo entender. Não vejo benefício, complicaram mais para o árbitro. Consideraram o braços em posição normal, o que seria isso? Os jogadores se mexem, plasticidade do jogo e, todo cruzamento, o lateral terá que colocar junto do corpo, situação que foi um tiro no pé, não é justo. Teria que se manter a questão da intenção, ou teve ou ela bateu na mão. Isso já dava um problemão e agora essa história. Vamos ter que nos adequar.
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